O que os clínicos deveriam saber sobre o papel do cérebro na dor?

O que os clínicos deveriam saber sobre o papel do cérebro na dor?

Essa foi uma pergunta feita para o Dr. Mackey, chefe da divisão de medicina da dor da Universidade de Stanford e atual presidente da Academia Americana da Medicina da Dor.

Abaixo você pode ver suas considerações. De uma forma geral ele enfatiza aos clínicos que a dor não tem tanta relação com aquilo que acontece com as estruturas do corpo. As mensagens de ameaças enviadas pelas células nervosas periféricas são apenas informações nociceptivas e não de dor. A dor na realidade é a presença da mensagem de ameaça nociceptiva integrada com a atividade encefálica. E a atividade encefálica depende de fatores emocionais, cognitivos, sociais, contextuais, atencionais, experiências do passado, genéticos. Tudo isso molda a experiência da dor.

O uso das tecnologias de imagem cerebral vem abrindo possibilidades de descobrir os diferentes alvos do encéfalo que podem receber alguma intervenção para o alivio da dor. Descobrimos que podemos atingir esses alvos com estratégias tradicionais da psicologia, educação do paciente, estimulação cerebral, medicamentos, por exemplo.

“O fisioterapeuta pode utilizar esses  conhecimentos para desenvolver suas habilidades de usar estratégias direcionadas a modular a atividade encefálica mais do que tentar alterar a mecânica corporal.”

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